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sexta-feira, 27 de maio de 2016

Táxi pirata é apreendido por policiais rodoviários na Via Dutra

Táxi pirata é apreendido por policiais rodoviários na Via Dutra

O automóvel tinha 35 multas emitidas em diversos locais, nenhuma delas paga

O DIA
Rio - Um motorista que dirigia um táxi pirata foi preso e teve seu veículo apreendido pela Polícia Rodoviária Federal(PRF) na madrugada desta quinta-feira, na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Além do homem, a PRF prendeu uma mulher que também estava no carro. Ela é estava foragida da Justiça pelo crime de roubo.
Táxi pirata é apreendido por policiais da PRF
Foto: WhatsApp O DIA (98762-8248)
Os policiais faziam uma ronda na rodovia, quando suspeitaram dos quatro ocupantes que estavam no carro e resolveram abordá-los. No veículo, estavam o motorista, de 32 anos, e mais três passageiros, sendo um rapaz de 21 anos e duas mulheres, de 23 e 36 anos. Uma delas apresentou-se com nome falso, da irmã, mas logo em seguida a equipe da PRF verificou que era foragida. 
Então, os policiais iniciaram uma revista no interior do carro, onde verificaram que o carro, embora caracterizado como táxi, era pirata. O veículo possuía bigorrilho (chamador luminoso), selo e cartão da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), mas o motorista acabou confessando que era tudo falsificado. Ele também disse ser instrutor em uma auto escola. O automóvel tinha 35 multas emitidas em diversos locais, nenhuma delas paga.
Ao revistarem o interior do carro, ainda foram encontradas cinco munições de calibre 7,62mm e mais duas, de calibre 5,56mm. O motorista foi autuado por uso de documento falso, exercício irregular da profissão e crime do Sistema Nacional de Armas. Todos foram encaminhados à 52 DP (Nova Iguaçu), onde a ocorrência foi registrada.
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Policiais corruptos são flagrados cobrando pedágio; veja o vídeo

Policiais corruptos são flagrados cobrando pedágio; veja o vídeo
Vídeo mostra policiais pedindo dinheiro para permitir passagem de carreta em rodovia
Policiais corruptos são flagrados cobrando pedágio; veja o vídeo Foto: Reprodução
Levar vantagem parece ser algo oficial no Brasil. Um vídeo enviado ao portal de notícias 24 Horas News, mostra bem a situação brasileira que vive com suas instituições públicas atoladas em esquema de corrupção e propina e que provocou até a queda de uma presidente, Dilma Rousseff (PT) devido a seu partido estar envolvido em tantos escândalos com aliados.
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Está certo que a prática, péssimo exemplo, não é uma rotina da administração pública. Entretanto, a minoria que faz dela um meio de vida fácil para se enriquecer acaba prejudicando uma maioria trabalhadora, que mesmo repudiando a corrupção é levada para a vala comum dos corruptos e corruptores, simplesmente por verem suas empresas e instituições envolvidas por uma minoria nefasta nos escândalos.
Um exemplo disso é o vídeo que um caminhoneiro internauta mandou para o portal 24 Horas News. Ele é parado em um BR, na cidade de Conceição do Araguaia, no Pará, por policiais rodoviários paraenses. Até ai nada demais, poderia ter sido apenas uma checagem de documentos ou da carga que transportava. No entanto, no vídeo, o caminhoneiro mostra que mais do que querer averiguar as condições da carreta, que sequer foi inspecionada, os policiais militares queriam mesmo era dinheiro, propina para deixar o desavisado motorista seguir viagem.
Os nefastos policiais, que estavam apenas uma viatura na beira da estrada foram claros, só queriam dinheiro, não se importando se a carga do caminhão estava regular, se haviam irregularidades com o motorista ou com a carreta.
Veja o vídeo da triste cena de policiais que denigrem a imagem de toda a corporação militar do Pará.
 
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Confrontos entre policiais e estudantes terminam com mais de cem presos no Chile

Confrontos entre policiais e estudantes terminam com mais de cem presos no Chile

Manifestantes saíram às ruas para pedir celeridade na aprovação da reforma da educação, prometida pela presidente Michelle Bachelet


Confrontos entre policiais e estudantes terminam com mais de cem presos no Chile CLAUDIO REYES/AFP
Foto: CLAUDIO REYES / AFP
Confrontos entre policiais e estudantes, no centro de Santiago, no Chile, terminaram com mais de cem presos, nesta quinta-feira, durante protesto contra o governo de Michelle Bachelet. Os manifestantes foram às ruas pedir celeridade na aprovação da reforma da educação.
A polícia mobilizou um grande efetivo para conter o ato estudantil, que teve como saldo 117 detidos e 32 policiais feridos – entre eles, sete agentes femininas, conforme números divulgados pelos Carabineiros.
Convocados para uma passeata não autorizada pelo governo, os estudantes se reuniram nos arredores da Praça Itália. Para impedir a passagem, a polícia agiu com jatos d'água e com gás lacrimogêneo. Os manifestantes reagiram, atirando pedras e pedaços de pau nos agentes.
A multidão conseguiu romper o cerco e chegar à Avenida Alameda, onde violentos choques voltaram a ocorrer, sendo, mais uma vez, repelidos pela polícia. Lojas próximas e várias estações de metrô fecharam as portas, enquanto o trânsito ficou bloqueado no trecho da Alameda. 
Foto: CLAUDIO REYES / AFP
Os jovens garantem que vão continuar com as medidas de pressão. Há uma década, os estudantes chilenos exigem uma profunda reforma do sistema educacional herdado da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), considerado um dos mais segregados do planeta.
A socialista Michelle Bachelet ganhou a reeleição em dezembro de 2013, prometendo a reforma na educação, mas o avanço tem sido considerado "insuficiente" pelos jovens. Além disso, o governo ainda não enviou ao Congresso o projeto de lei que estabelecerá a gratuidade universal na educação universitária – uma de suas promessas de campanha.
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PM de SC cria grupo para identificar policiais com trabalhos extras


PM de SC cria grupo para identificar policiais com trabalhos extras

PM anunciou medida após morte de advogado em Palhoça, na terça (24).
Cinco policiais que estavam de folga são suspeitos; um já era condenado.

Do G1 SC
A Polícia Militar de Santa Catarina anunciou nesta quinta-feira (26) a criação de um grupo de trabalho interno para identificar policiais que fazem trabalho extras. A medida foi divulgada depois que o advogado Roberto Caldart, de 42 anos, foi morto em um conflito durante uma suposta reintegração de posse em Palhoça, na terça feita (24).
Cinco PMs que estavam de folga foram presos suspeitos de envolvimento no homicídio. Caldart morreu em decorrência de agressões físicas, segundo a Polícia Civil.
Durante entrevista pela manhã em Florianópolis, o corregedor-geral da PMSC, Aroldo Schlichting, reforçou que a prática é proibida. "Nós temos tanta preocupação que, desde 2005, no mínimo, já positivamos norma interna sobre isso, proibindo atividade dos policiais militares no ramo da segurança. Segurança pública é uma atividade exclusiva do estado".
A Corregedoria da Polícia Militar não informou quantos policiais já foram pegos fazendo trabalhos extras, nem se o comando sabe quantos são.

Condenado por tortura
Um dos cinco PMs presos temporariamente, suspeitos de participação no conflito que resultou na morte do advogado já havia sido condenado pela Justiça pelo crime de agressão e tortura, informou a corregedoria. Segundo a PM, ele só não foi expulso da corporação porque recorreu da sentença.
"Nós vamos discutir internamente que ações podem intensificar e tornar mais efetiva a identificaçãod e alternativas, programas e projetos para lidar com essa questão", disse o coronel Araújo Gomes, comandante da 11ª Região.
A Associação de Praças do Estado (Aprasc) é contra a realização de trabalhos extras por PMs, mas diz que muitos justificam a infração como necessária.
Advogado estava trabalhando quando foi agredido, segundo informações preliminares da OAB (Foto: http://www.robertocaldart.com.br/Divulgação)Advogado estava trabalhando quando foi agredido
(Foto: http://www.robertocaldart.com.br/Divulgação)
"A alegação, obviamente, é a da complementação de renda. A gente avalia que hoje, em Santa catarina, isso pode ser evitado, porque temos um salário razoavelmente bom", disse
Elisandro Lotin de Souza, coordenador de relações públicas da Aprasc. O salário inicial de um PM no estado hoje é de R$ 4,1 mil.
Combate aos 'bicos'
A possibilidade de que os cinco policiais militares presos pelo homicídio do advogado estivessem fazendo um trabalho extra no episódio que resultou na morte do advogado vai ser alvo de outra investigação, interna, e também caracteriza uma infração que mais policiais são suspeitos de cometer. A própria Aprasc defende que isso precisa ser combatido.
"Nós temos que achar uma forma de combater isso. E não é generalizando e criminalizando como um todo que a gente vai resolver o problema. Nós temos que sentar à mesa e buscar soluções que realmente extirpem essa necessidade e essa situação. Isso passa por um debate amplo que está dado em Santa Catarina", disse o coordenador de relações públicas.
Para o professor de direito penal Alceu Oliveira Pinto Júnior, a cultura de fazer trabalhos extras perpetua uma cultura de ilegalidade."Essa aproximação do agente de segurança pública com atividades ilegais pode corromper, misturar ali dois lados que têm que ser diferentes, aquele que age na ilegalidade e aquele que tem a responsabilidade da segurança pública", completou.
PMs suspeitos
O Comando Geral da PM não divulgou nomes nem o histórico funcional dos policiais que estão presos. “O que acontece é a instrução através do processo legal. Está sendo assegurado direito a ampla defesa”, disse o corregedor da PM em Santa Catarina.
Corregedor, coronel José Aroldo Schlichting e o coronel Araújo Gomes confirmaram condenção de suspenso (Foto: Reinaldo Bruchado/RBS TV)Corregedor, coronel José Aroldo Schlichting e o coronel Araújo Gomes dizem que um dos suspeitos já tinha condenação (Foto: Ronaldo Bruchado/RBS TV)

Acusação da OAB
Segundo a Polícia Militar, os suspeitos são um sargento, um cabo e dois soldados. O coronel Araújo Gomes comentou a acusação da OAB, de que estes policiais estariam formando ‘uma milícia’.
“Até este momento não encontramos em ações da PM de Santa Catarina nenhum tipo de evento que reúne este tipo de ação paramilitar, ação hierárquica, substituição dos papéis do estado”, disse.

O crime
O advogado Roberto Caldart morreu na terça (24) durante uma suposta reintegração de posse de uma kitnet em Palhoça, na Grande Florianópolos. Os policiais militares estavam de folga e disseram à polícia ter ido ao local em apoio a um homem que se dizia proprietário do imóvel.

Conforme a delegada regional de Palhoça, Beatriz Ribas Dias dos Reis, o suposto dono não tinha documentos que comprovassem a posse do patrimônio e também não tinha ordem para fazer essa reintegração. Os moradores da kitnet chamaram Caldart para auxiliá-los.
Moradores relataram à RBS TV que os suspeitos chegaram armados, se identificaram como policiais, e um deles teria dado um soco na garganta de Caldart.
"Pessoas que deveriam estar cumprindo com a sua função, de zelar e de trazer segurança para as pessoas, participam exatamente de um crime bárbaro como foi este. Isso coloca luzes sobre um problema nacional, a questão da insegurança e da utilização de policiais militares fora do serviço", disse o presidente da OAB nacional Cláudio Lamachia.
Advogado foi enterrado na quarta na capital (Foto: Reprodução/RBS TV)Advogado foi enterrado na quarta na capital
(Foto: Reprodução/RBS TV)
Após o funeral, os representantes da OAB seguiram para uma reunião com o secretário de estado de Segurança Pública, César Grubba. A entidade classificou o fato como "muito grave" e pede o prosseguimento das investigações também na esfera administrativa.
Ainda na quarta, o presidente estadual da OAB acusou os policiais envolvidos no crime de formarem uma ‘milícia’. "Gostaria que a Polícia Militar repensasse esse hábito de policiais militares prestando serviço de segurança privada ou de capanga, nos momentos de folga”, disse o presidente da OAB/SC na manhã desta quarta-feira (25).
À RBS TV, o comandante comandante da PM  11ª Região, coronel Araújo Gomes, ressaltou que policiais militares de folga são proibidos de fazer "bicos". "Ele [policial] tem disciplinas que esclarecem todas as legislações às quais ele está sujeito. Essa é uma das normas enfatizadas".
OAB pede resposta do governo
“Felizmente foram presos, mas esperamos uma apuração rigorosa do comando da PM e a responsabilização de todos os envolvidos com a demissão do serviço público”, afirmou o presidente da OAB.
Brincas disse ainda que a PM não pode 'fazer vista grossa' para os casos de prestação de serviços como segurança particular e que o estado precisa dar uma resposta a tudo isso. “Temos uma crise evidente, basta ver o que ocorre hoje em Joinville. Faltam efetivo e recursos”.
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Policiais civis do RJ estão comprando comida para presos com dinheiro do próprio bolso

Policiais civis do RJ estão comprando comida para presos com dinheiro do próprio bolso

Segundo os servidores, o governo parou de recarregar os cartões para a compra de alimentos em fevereiro. Com isso, detidos que aguardam transferência, se alimentam através de doações de familiares ou de comida comprada pelos policiais.

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Sem recursos, Polícia Civil do RJ já sente os efeitos da falta de dinheiro (Crédito: Wikipedia)
Sem recursos, Polícia Civil do RJ já sente os efeitos da falta de dinheiro
Crédito: Wikipedia
Por André Coelho
O aperto nos cintos do governo do estado está fazendo com que os policiais civis paguem a alimentação de presos com dinheiro do próprio bolso. Com a falta de recursos para a Segurança, o governo interrompeu, há pelo menos três meses, o repasse de dinheiro para a compra de alimentos para pessoas detidas em delegacias distritais.
De acordo com policiais civis, os vales-refeição utilizados para comprar comida a presos não recebem recargas desde fevereiro. A reportagem da CBN encontrou unidades das regiões Sul, Serrana e Noroeste do estado sem recursos, mas, segundo servidores, o problema atinge quase todos os municípios. De acordo com os relatos, as unidades que realizam poucas prisões, tentam administrar o saldo que sobrou nos cartões, criados há cerca de dois anos.
Mas em algumas delegacias, não há um centavo para a aquisição de alimentos para maiores e menores de idade detidos. Muitos chegam a passar cerca de 24 horas nas celas, aguardando transferência para unidades prisionais. Com isso, ele se alimentam através de doações de familiares ou feitas pelos próprios agentes. Um policial relatou que está com dívidas por comprar comida para presos.
'O meu saldo hoje é em torno de seis reais. E com seis reais a única coisa que eu compro de alimentação pra preso é café e pão com manteiga. Eu já estou devendo em torno de 120 reais. Não tem condições. Eu tô pegando fiado no meu nome porque para a delegacia eles não fiam nada, só fiam para pessoas. Então esses R$120 sou eu quem tem que pagar. Lógico que eu espero receber esse dinheiro do estado', cobra.
Os servidores afirmam que algumas unidades chegavam a receber R$ 8 mil por mês para a compra de alimentos. Segundo eles, os valores variam de acordo com o número de presos. Os agentes dizem que, mesmo sem o dinheiro, os policiais são responsáveis pela alimentação dos detentos.
O presidente da Coligação dos Policiais Civis, Fábio Neira, disse que a interrupção da recarga dos cartões é um dos principais problemas enfrentados pela corporação. Para ele, a Polícia Civil está a ponto de não conseguir mais nem realizar prisões.
'Ou ele tira do próprio bolso, em vaquinha, ou ele consegue localizar a família e aí suprir essa deficiência. Mas nós estamos a um passo de não poder prendermos mais. Nós estamos vivendo os piores momentos. Nos meus 30 anos de polícia, já passei por diversos problemas em vários governos, mas igual a esse eu nunca vi. Nós estamos nos superando', desabafa.
O chefe da Polícia Civil Fernando Veloso reconheceu que as famílias estão doando alimentos para os presos e que a corporação tem outras prioridades.
'Nós temos policiais comprometidos, que têm a responsabilidade da integridade do preso na mão deles. Eles acabam encontrando soluções. Em muitos casos, familiares estão encontrando alternativas para trazer a alimentação. Nós não temos recurso à nossa disposição. A Polícia Civil não tem autonomia financeira', justifica.
CBN procurou a Secretaria de Segurança e a Polícia Civil, mas elas não souberam precisar quanto o governo gasta com esses cartões. A Secretaria estadual de Fazenda disse que pretende normalizar os repasses para a compra de alimentos para os detentos o mais rápido possível, de acordo com a disponibilidade de recursos. A secretaria disse, ainda, que a prioridade é o pagamento dos salários dos servidores.
Com o colapso nas contas públicas, as delegacias também convivem com a falta de material como papel e tinta para impressoras, além do racionamento de combustível.
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sábado, 21 de maio de 2016

Declaração de novo secretário da Segurança de SP desagrada policiais

Declaração de novo secretário da Segurança de SP desagrada policiais


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A declaração do secretário da Segurança de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, contrária à ideia de a PM também investigar crimes comuns, desagradou policiais militares paulistas.
Em entrevista à Folha, Barbosa Filho disse que a corporação deve se concentrar em seu papel "primordial" que é o patrulhamento das ruas, principal ferramenta de combate à criminalidade.
"Acho que é legítimo para a PM querer ir buscar [poder para investigar crimes]. Eu tenho uma opinião: isso pode criar um problema para a PM. Você atribui uma responsabilidade mais ampla e prejudica a atividade dela primordial, que é o patrulhamento, repressão", disse o secretário.
PMs ouvidos pela Folha disseram que as afirmações do secretário o alinham com a Polícia Civil nessa discussão (a instituição é contra o ciclo completo) e resumem de maneira equivocada a discussão sobre a demanda da Polícia Militar.
Danilo Verpa/Folhapress
O novo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho
O novo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho
Para os oficiais, não haveria nenhum prejuízo ao patrulhamento porque a PM já produz um documento de registro de ocorrência e perde muito tempo nas delegacias esperando para apresentar o caso e, depois, para ser ouvida nos inquéritos.
"Admiro muito que um promotor de Justiça fale, a não ser por interesse políticos, uma coisa dessas. Poderia até falar se atuasse na área cível, familiar, se ele não tivesse não vínculo com a área criminal", disse o assistente institucional da Associação dos Oficiais da Polícia Militar de São Paulo, coronel Flammarion Ruiz.
Para o oficial, a população só ganharia com essa mudança, porque apenas 10,3% dos crimes registrados pela Polícia Militar por ano realmente são levados à Justiça. De acordo com levantamento da associação, em 2014, foram reportados pela Polícia Militar 656.978 crimes. Desses, 108.723 inquéritos foram instaurados na Polícia Civil (16,6%), e 67.872 deles deram entrada na Justiça.
"A Polícia Civil seleciona os casos a serem apurados. Essa seletividade não interessa à sociedade. Não queremos que a sociedade perca a oportunidade de 'premiar' o cidadão que cometeu a ilicitude."
Já os deputados federais major Olímpio Gomes (SD-SP) e capitão Augusto (PR-SP) disseram que o novo secretário não começa bem sua gestão. "Ele começa mal com esse imaginário que criar o ciclo completo aumentaria as atividades da polícia, desviando das atividades preventivas. Falta de visão", afirma Olímpio.
Segundo capitão Augusto, "ele começou de maneira infeliz. O ciclo completo é o futuro e o caminho para melhorar a segurança pública no país. O mundo inteiro adota. Menos Brasil, Cabo Verde e Guiné-Bissau. São os únicos países que adotam duas meias polícias como nós."
A discussão do chamado ciclo completo prevê que a PM possa acumular a função de investigar crimes e que a Polícia Civil possa fazer patrulhas e prevenção. Ambas poderiam assumir uma ocorrência desde o início e levá-la até o Ministério Público.
O assunto é discutido no Congresso pela PEC 431 e tratado como prioridade pelas corporações –além de ser um dos principais motivos de embate entre elas no país.
A Polícia Militar, por meio de sua assessoria, informou que os policiais ouvidos pela reportagem "não falam em nome" da corporação. "O fato de não ser a favor de que a Polícia Militar proceda a investigações não coloca o secretário obrigatoriamente contra a expectativa de avanço da Polícia Militar na questão dos registros policiais iniciais, mas apenas contra uma interpretação reducionista e equivocada de que as polícias militares querem investigar crimes", afirmou a PM, por meio de nota.
Abaixo, a íntegra da nota da PM enviada à Folha:
Com relação à matéria publicada no portal da Folha, Caderno Cotidiano, na noite desta sexta-feira, intitulada "Declaração de novo secretário de SP desagrada setores da Polícia Militar", é importante esclarecer que as pessoas entrevistadas pela reportagem não falam em nome da Polícia Militar de São Paulo, tampouco expressam opiniões convergentes em sua totalidade às estratégias de Comando.
Ressalta-se que o Secretário de Segurança é conhecido há bastante tempo por seu expressivo trabalho como adjunto da pasta e demonstrou, durante todo o tempo, preocupação em aprimorar o trabalho das polícias estaduais, em perfeita sintonia com o pensamento de ambas as polícias e voltado ao melhor atendimento ao cidadão.
O fato de não ser a favor de que a Polícia Militar proceda a investigações não coloca o secretário obrigatoriamente contra a expectativa de avanço da Polícia Militar na questão dos registros policiais iniciais, mas apenas contra uma interpretação reducionista e equivocada de que as polícias militares querem investigar crimes.
O Comando da Polícia Militar está à disposição para esclarecer os pontos da proposta, contribuindo assim para o debate das melhores práticas de segurança pública, corrigindo este e outros equívocos apresentados em algumas matérias jornalísticas, sempre buscando atender aos interesses da sociedade brasileira.
Convém ressaltar que o secretário da Segurança Pública quer ver avançar ainda mais as atribuições das Polícias na melhoria do modelo policial, de forma a continuar a entregar ao cidadão o serviço mais eficiente possível e de melhor eficácia, mantendo São Paulo na vanguarda da segurança pública. 
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Polícias prendem suspeito de abusar de adolescentes em Mulungu

Polícias prendem suspeito de abusar de adolescentes em Mulungu

 Polícias prendem suspeito de abusar de adolescentes em Mulungu
Policiais militares e civis lotados na cidade de Sapé prenderam, nessa quinta-feira (19), um homem suspeito de abusar das próprias filhas no município de Mulungu. Após receber uma denúncia anônima informando dos abusos, o delegado da cidade acionou a Polícia Militar e o Conselho Tutelar para o planejamento da ação com o objetivo de prender o suspeito.


Montada a estratégia para a captura, foi feito um cerco ao local apontado nas denúncias, onde os policiais localizaram as supostas vítimas de 14 e 11 anos, que seriam as próprias filhas do procurado.


Apesar de não encontrarem o suspeito na casa, os policiais levantaram outras informações que os levaram a um sítio no município de Mulungu, onde conseguiram prender o homem de 35 anos.


Segundo o capitão Melquisedec Lima, comandante da 3ª Companhia de Sapé, havia, inclusive, a suspeita de que as vítimas estariam grávidas do homem que estaria recebendo indevidamente benefícios da aposentadoria de dois idosos. “Tivemos informações de que ele já cumpriu pena de sete anos em Alagoa Grande por crime sexual”, relatou o oficial.


A mãe das meninas também é suspeita de ser conivente com os abusos. Ela foi detida pelos policiais. Todos foram levados para a delegacia de Sapé.
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Polícias apreendem espingardas, revolveres e munição em Bandeirantes

Polícias apreendem espingardas, revolveres e munição em Bandeirantes



 



Foto: Divulgação PM
A Polícia Civil juntamente com policiais militares do 9° Batalhão de Polícia Militar prenderam na manhã desta sexta-feira (20), dois homens de 53 e 36 anos em Bandeirantes e apreenderam espingardas, revolveres e munições em propriedades rurais do município.
De acordo com informações da PM, por volta das 9 horas as equipes policiais foram em duas propriedades rurais para cumprirem mandado de busca e apreensão. Nos locais os policiais militares e civis encontraram diversas armas de fogo e munições.
Durante as buscas no primeiro local, foram localizadas quatro armas de fogo; sendo um rifle calibre 22; uma espingarda calibre 16; dois revolveres calibre 38 e em continuação aos trabalhos foram apreendidas 68 munições intactas, sendo, 44 calibre 22; 21 calibre 38; três munições calibre 762 (de uso restrito); dois cartuchos intactos calibre 16.
Posteriormente, em outra propriedade rural foram localizados um revolver calibre 22, municiado com quatro munições; e uma espingarda calibre 32, três cartuchos intactos de calibre 32; e um rifle calibre 22, carregado com oito munições.
Diante da situação os envolvidos foram encaminhados para Delegacia de Polícia Civil, para providências cabíveis.

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Editado por - Grupo Bizolhudo